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ZOROASTRISMO
Quem teme Deus não conhece Deus…

 

Uma biografia de Zaratustra

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Zaratustra a Manthran Há mais de 3700 anos nas planícies da Ásia Central, Deus chamou um homem para proclamar o seu "Mantra" (A mensagem Provocadora do pensamento) à humanidade. Esse homem era Zaratustra Spitaman. Ele era o "Manthran" – o Mensageiro de Deus e o Provocador do Pensamento.

A MENSAGEM DE ZARATUSTRA

O Mundo tem uma dívida eterna com este pensador único, pela mensagem que ele trouxe à humanidade e religião por si fundada influiu em todas as religiões posteriores. Este Homem e a religião que ele aportou à humanidade foram em inúmeros aspectos iniciadores.

Zaratustra foi o primeiro fundador de uma religião na história. Foi o primeiro a predicar o monoteísmo. Foi o primeiro que proclamou uma mensagem para TODOS os mortais – uma mensagem universal. Foi o primeiro a anunciar a igualdade de todos sem ter em conta a raça, o género, a classe ou a nacionalidade. No momento em que a humanidade pouco mais estava do que além da Idade da Pedra, quando a força determinava o que era correcto, Zaratustra proclamou que um líder deve ser “eleito” com base na sua retidão, sendo por isso o primeiro na História que disseminou as sementes da democracia!

Zaratustra preoclamou ter recebido a visão de Deus, um Deus que ele chamou de Mazda Ahura, ou seja, o Deus Sábio. O seu Deus é o que ama a sua criação vivente e deseja promover o seu bem-estar, a sua vivacidade e preservá-la. Ele quer que os mortais o ajudem activamente e trabalhem como seus colaboradores nesta tarefa de promoção e preservação da sua “Boa Criação”. Este "Mantran" foi assim o primeiro a apresentar-nos há uns 3700 anos o conceito de “Ecologia”.

Nos Gathas a mensagem sublime de Zaratustra à humanidade é tão simples que está contida num pequeno livro de 17 canções chamado “Os Gathas de Zarastustra”. A palavra “Gatha” significa canções ou hinos. Mesmo assim, este pequeno livro contém muitas verdades profundas e únicas. Para compreendê-las é necessário entender certos conceitos dos Gathas.

Os Conceitos dos Gathas

1. Spenta Mainyu: Zaratustra vê o Mundo como a criação de uma Divindade a que ele chama de Ahura Mazda (Senhor Sábio, ou melhor Sábio Senhor ou simplesmente “o Sábio”), que Ele criou com a sua Spenishta Mainyu, a sua Mentalidade mais Progressiva. Para entender este conceito de "Spenta" ou "Progressivo" necessitamos entender o conceito de progressivo no sentido de incremento, aumento, evolução, crescimento e edificação moral. A palavra "Mainyu”tem sido traduzida por estudiosos ocidentais como “Espírito”. No entanto, linguisticamente não tem nenhuma associação com sentido ocidental dado a Espírito. Simplesmente é uma forma de conceituar a vida e a realidade. Uma explicação mais apropriada seria a de instinto mental, um sentido, uma disposição ou inclinação mental. A antítese desta Mentalidade Progressiva é a Mentalidade má, injusta, retrógrada e destrutiva chamada Aka Mainyu.

2. Asha: Na teologia de Zaratustra Asha é o princípio ordenador da Criação. No Plano Universal e físico de Asha é o que se pode definir como o conjunto de leis que apoiam e promovem o Cosmos. Mas, do ponto de vista humano Asha traduz-se como: o que é Recto, o que Deve Ser, o Correcto, o Exacto, o Justo, o Verdadeiro.

3. Vohu Manah: Segundo Zaratustra os seres humanos são dotados de Vohu Manah (Boa Mente) o que lhes permite que compreendam a Asha e façam opções correctas que impulsionam a progressão do Mundo vivente para a mesma.

4. Spenta Aramaiti: Este conceito tem sido traduzido distintamente por diversos estudiosos. Alguns traduzem-no como Serenidade e alguns como o Cuidado ou a Atenção Mental ao que é Correcto, outros como Piedade, outros ainda, como Devoção e, por fim, outros como Benevolência. Não existe provavelmente nenhuma palavra inglesa que o possa definir. Mas o conceito é geralmente aceite como uma qualidade latente nos seres humanos que os estimula a traduzir o Bom Pensamento em Boas Acções que estão de acordo com a Asha, em suma, a Serenidade/ Equanimidade/ Estabilidade.

5. Kachatra Vairya: Este é o Domínio Ideal de Ahura Mazda. No nosso Mundo pode traduzir-se como a ordem social ideal pela qual cada ser humano se deve esforçar. Literalmente significa o Bom Domínio da Eleição.  

6. Haurvatat: É o estado de integridade e aperfeiçoamento na Terra que é o ideal desenvolvimento que Deus deseja que a Humanidade alcance  

7. Ameretat: É um estado de imortalidade, ou melhor de não-mortalidade que nos Gathas se chama Ameretat (estes conceitos serão explicados posteriormente em detalhe).     

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                                   VIDA E TEMPO DE ZARATUSTRA

A Vida de Zaratustra ocultou-se sob densas nuvens da História. Mesmo na actualidade persistem controvérsias relativas ao seu nome, à sua data e lugar de nascimento e à sua vida. A tradição afirma que Zaratustra nasceu no clã de Spitaman. O seu pai era Pourushaspa.

A tradução literal desse nome é “abundante em cavalos”, o que leva a acreditar que ele era criador de cavalos ou “rancheiro”. O nome de sua mãe era Dughdhova que, em tradução livre, significa “encarregada numa leitaria”. Muitos mitos e lendas têm sido relatados sobre o seu nascimento e vida sem que se possam ser confirmados com qualquer grau de autenticidade ou certeza. 

Acredita-se que Zaratustra viveu num contexto em que o mundo estava emergindo da Idade da Pedra, no entanto, têm sido sugeridos vários pareceres acerca da data de nascimento de Zaratustra. Começando em 100 BC, os eruditos datam-no muito antes até 6800 BC! Os sacerdotes da Dinastia Sasánida propuseram a sua data de nascimento há não mais de 100 anos antes de Ciro, o rei da Dinastia Acaemenida. No entanto, os historiadores gregos colocaram-no numa era muito mais antiga. Os primeiros estudiosos ocidentais do Avesta (a Escritura dos Zoroastrianos) colocaram-no muito mais próximo do tempo presente.    

James Darmesteter até teorizou que Zaratustra viveu depois de Cristo e que tinha plagiado a Bíblia porque muita da doutrina iraniana era semelhante à cristã. Alguns estudiosos preferem a data sugerida por Anquetil du Perron, Herzfeld, Henning e West, que colocaram Zaratustra entre os séculos 6AC e 7AC. Outros coincidem com Bartholomaw e Widengren que o dataram por volta de 900AC, enquanto Rudolph e Jackson o colocaram na data de 1000 BC. Já Mills o datou inicialmente em 900 BC e depois em 1500 BC. Pour Davoud, Hummel y Haug sugeriram uma data próxima de 1100 BC. O Bundahishn, um livro Pahlavi, data Zaratustra uns 258 anos antes da conquista da Pérsia por Alexandre, em 588 BC.

E é esta data que se identifica como a data “tradicional”. Os historiadores persas Birouni e Butt e muitos outros autores rejeitaram esta data e também Azarghoshasb que coloca Zaratustra em 3500 BC, Kavasji e Bharucha em 4000-6000AC e Katrak em 6600 BC. Muitos estudiosos apresentaram a data de Zaratustra seguindo a pista de evidências arqueológicas, mas para um número mais completo de referências ao leitor, convidámo-lo a adquirir “A Doutrina Zoroastriana e as Ligações Bíblicas” por Daryoush Jahanian. 

Algumas evidências:

1.  Em 1984, Asgarov em Ozbakistan (na Antiga URSS), as escavações de umas ruínas expuseram um templo zoroastriano, que se estimou pertencer ao ano 2000 BC.

2.  Lommel y Meyer repararam numas inscrições de Sargão, o Rei Assírio, datadas em 714 BC, e que se referem a Mazduku um governante Medo. Podíamos traduzir este nome como “pertencente a Mazda” e que, segundo eles, só poderia significar que as classes altas dos Medos eram zaratustrianos, provavelmente de há séculos atrás. Claro que estas são só algumas indicações históricas e arqueológicas de uma data muito mais antiga para Zaratustra.   

O grande estudioso James H. Moulton apresentou uma teoria baseada em dados arqueológicos que apontam para a divisão dos arianos em dois grupos migratórios cerca de 2000 BC. Um destes grupos entrou no Irão moderno e o outro na Índia e Afeganistão. Existiu uma subsequente inversão das divindades entre o Irão e a índia, onde os Daevas se tornaram Deuses e os Asuras (os Ahuras Iranianos) se tornaram demónios, enquanto que no Irão se passou precisamente o contrário. Moulton conceituou que a divisão ocorreu como resultado directo de Zaratustra cujos ensinamentos iam contra os Daevas. Mas, o principal testemunho, para uma data muito antiga para o Mantran Iraniano é linguístico.   

Os RigVedas e os Gathas são contemporâneos e o seu idioma é muitíssimo similar. Há determinadas pessoas que surgem em ambos. Como os RigVedas mais precoces estão datados antes de 1500AC, estamos agora seguros que Zaratustra viveu, pelo menos, nesse momento temporal e provavelmente séculos antes que os RigVedas fossem entoados e escritos. A importância da datação do tempo de Zaratustra tornar-se-á evidente quando passemos a estudar as influências desta antiga religião persa sobre as religiões orientais e ocidentais. .            

Fogo, a antiga fonte de luz artificial, é o símbolo de Deus, que é Luz.
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Religião Mundial Mazda Ahura Deus nos Gathas Asha Vohu Manah Kshathra Bem & Mal Conversão